sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E o filme na sala de aula?

1ª OPÇÃO - W-ALLE

Minha primeira atitude foi reservar a tv, uma de 20" para uma sessão pipoca sem pipocas, mas não menos interessante.

O filme escolhido, eu assisti primeiro sozinha e percebi no seu enredo uma riqueza de conteúdos, para se trabalhar interdisciplinarmente: educação ambiental;artes;ética;história;cidadania.

Foi uma ótima escolha, pois no fim da sessão pipoca, os alunos aplaudiram o filme. Cena que eu não presenciei jamais em 23 anos de profissão.

O filme W-alle,nos remete ao futuro, quando o planeta Terra se encontra desabitado e sem nenhuma vida. Apenas um robôzinho a andar pelas ruas de Nova York, movido por energia solar e a compactar sucatas.

E estamos de volta ao espaço, dessa vez levados por W-alle a visitar os últimos terráqueos, habitantes de uma grande nave, aguardando o retorno à Terra, após a confirmação de vida no planeta.

Como informação adicional: SPACEPORT AMERICA - porto espacial americano,
a ser inaugurado em 2011, no deserto do estado americano de Novo México.

2ªOPÇÃO - BOLT, O SUPERCÃO

Um filme que envolve aventura, ficção e realidade na ficção.Uma história de um cão que é astro de Hollywood e que acredita nos seus poderes para salvar uma garota(Penny).

Essa mistura de realidade e ficção na ficção, desafia as crianças e coloca as emoções à tona, com suspiros de alegria, entusiasmo e até de desilusão quando descobrem que Bolt não tem superpoderes.

Os personagens que surgem a seguir, a gata, Mittens e o porquinho-da-índia,Rino, são fiéis amigos para ajudá-lo a reencontrar Penny, e isso nos mostra o valor de uma amizade verdadeira.

Durante a viagem de volta aos estúdios, Bolt vai se autoconhecendo e descobrindo que é um cão normal. Essa descoberta acontece justamente com a ajuda da gata, que o ensina a ser cão de verdade.

Uma história emocionante do começo ao fim.

Objetivos

Estratégia de compreensão leitora estruturada em atividades como filme, livro, são excelentes momentos de aprendizado.

Sociabilidade e socialização - aprendendo a convivência em grupo e a externar suas emoções e lidar com as suas frustrações.

A FICHA DO FILME

1- TÍTULO
2- PERSONAGENS
3- ESPAÇO
4- CENAS: PRINCIPAIS/QUE MAIS GOSTOU/ DE FICÇÃO/DE FALSA REALIDADE ETC
5- PERGUNTAS SOBRE O FILME- conhecimento explícito ou implícito, inferência
6- RESENHA: um resumo do filme
7- ILUSTRAÇÃO
8- NOTA DO FILME

RITA MINUNCIO

AS COISAS QUE A GENTE FALA - Ruth Rocha




É um livro de literatura infantil, que pode ser lido no ensino fundamental, independente da série ou ano, pois sua leitura tem um formato que encanta dos pequeninos do 1ºano até as crianças do 5º, devendo se estender até os maiores devido ao seu conteúdo ético, sobre verdades e mentiras.
Conta a história de uma menina de nome Gabriela que ao quebrar um vaso de de ouro e laquê de sua mãe,conquistado em um concurso de crochê, coloca a culpa em seu vizinho, o pobre do Filisteu.E de boca em boca,ou digo,de orelha em orelha, se espalha pela cidade a travessura do Filisteu.
Filisteu recebe castigo de seu pai, por algo que não cometeu. E Gabriela percebe,na sua inocência de menina, o poder das PALAVRAS e o que elas provocam uma vez dita.

PARA REFLEXÃO

Vale lembrar, o tão conhecido provérbio chinês "Há quatro coisas que não voltam para trás: a pedra atirada, a palavra dita,a ocasião perdida e o tempo passado".

Porém, Gabriela reflete sobre suas atitudes e volta atrás.
Com uma sacola tenta recolher todas as mentiras ditas.Impossível! Elas voam como borboletas. E quando se sente apavorada, com a sua trapalhada, senta e bota a boca no mundo e grita com toda força: FOI MENTIRA! FOI MENTIRA!

Uma chuva cai sobre Gabriela, são as palavras que se juntaram e formaram uma nuvem de perdão que lava todas as mentiras.

RODA DE CONVERSA

mentiras e verdades:

o que devemos calar? o que devemos falar?

DINÂMICA

telefone sem fio

E uma boa aula!

Rita Minuncio

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LOGOSOFIZAR


Logo
Penso.
Eu, Sofia!
E desse pensamento,
Poesia.
Silêncio,
Meditação,
Introspecção,
Energia.
Universo em transposição.
Onde vai?
Não sei não.
E surge outro caminho
Outra ciência
Logosofia!
Quem diria...
Eu, Sofia, logosofiarei!

Rita Minuncio 18/09/2009 - COMUNIDADE FERNANDO PESSOA- FORUM- QUEM SE ARRISCA A ESCREVER UM POEMA?

Ainda e sempre _ ALBERT EINSTEIN

Ler sobre Albert Einstein para as crianças foi mais que uma grande idéia, foi navegar pelo universo, tão pouco conhecido nosso e tão grandemente desvendado por ele. E fico a imaginar, quantos mistérios há ainda a serem desvendados nesse imenso cosmos que paira ao nosso redor, ou que nós pairamos nele.

TEORIA DA RELATIVIDADE
Foi em 1919,que os cientistas comprovaram a veracidade das teorias de Albert Einstein, em uma expedição feita a África e ao Brasil, confirmando a genialidade deste iluminado pensador.Tudo para verificar uma eclipse e a luz das estrelas(encurvamento) em relação ao Sol.

O livro "O professor Cósmico" envolve os alunos,pois coloca o personagem em uma sala de aula com um trabalho de pesquisa a ser apresentado. Eddie não teve dúvidas. Faria um trabalho sobre o universo e não escolheu melhor professor do que Albert Einstein. Por sorte dele, os personagens, podem viajar, criar, existir, desaparecer a qualquer momento em que o autor determinar. E Andrew Donkin, foi bem legal, quando permitiu que Albert Einstein, fizesse parte deste cenário e lhe desse todas as dicas para que o trabalho fosse coroado de bom êxito.

Mas, não foi só o universo que Albert Einstein, ensina a Eddie e a todos nós leitores.No decorrer da leitura, nos apaixonamos por ele. Aprendemos também a displicência e humor casual da figura de Einstein, completamente despojado de valores mundanos.

Seu modo de ver a vida, observador, pensador. Sua curiosidade aguçada e perspicaz para o bem da humanidade o fez merecedor do Prêmio Nobel de Física, em 1921.

No final do livro, ainda contamos com uma linha do tempo, sobre a vida de Einstein. Isso nos sugere,que a aula não terminou. Está apenas começando, pois tudo é relativo.

Tudo é relativo ao que se propôe. Tudo é relativo ao que se busca. Só o conhecimento convence.

Outros livros da série Mestres das Ciências, "O ELEMENTO MISTERIOSO" - Uma história sobre Marie Curie ( uma cientista incomum para a sua época: era mulher) e AS CORES DA LUZ - Uma história sobre Isaac Newton.

LITERATURA SOBRE ALBERT EINSTEIN- SUGESTÕES

1- ALBERT EINSTEIN E SEU UNIVERSO INFLÁVEL
2- A EVOLUÇÃO DA FÍSICA
3- A TEORIA DA RELATIVIDADE ESPECIAL E GERAL
4- COMO VEJO O MUNDO
5- NOTAS AUTOBIOGRÁFICAS- ALBERT EINSTEIN
6- ALBERT EINSTEIN - COL. MEU NOME É...
7- "SÚTIL É O SENHOR..."- A CIÊNCIA E A VIDA DE ALBERT EINSTEIN
8- A ESTRATÉGIA DA GENIALIDADE - VOL 2 ALBERT EINSTEIN
9- ALBERT EINSTEIN - ESCRITOS DA MATURIDADE
10- QUEM FOI? ALBERT EINSTEIN

RITA MINUNCIO

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Procura-se um inventor

Ainda não inventaram:


um gerador de idéias

um formador de pensamentos

um captador de sentimentos

um produtor de movimentos

um domador de ira

um semáforo de bom senso

um registrador de tempo com ida e volta

um lançador de sorrisos

um jato de felicidade

um extintor de medo

um detetizador de preconceitos

um exterminador de violência

um medidor de desejos

Já inventado:o homem e a sua inteligência

com o poder de modificar a sua própria natureza,

consequentemente o mundo ao seu redor.

Rita Minuncio

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Além da sala de aula - ALBERT EINSTEIN

Hoje consegui despertar em meus alunos, um conhecimento além da sala de aula.
Como isso aconteceu? Simples, tão simples como abrir uma janela. E eu abri várias.

Primeiro escolhi um bom livro, para fazer uma leitura de fruição. Para quem não sabe, leitura de fruição é aquela em que o professor lê para seus alunos pelo simples prazer da leitura, envolvendo seus alunos num clima gostoso de aventura e saber, pelo misterioso mundo da imaginação. Já li este ano, dois livros de Maria José Dupré, A ilha perdida e A mina de ouro. Eles adoraram.
É muito importante a escolha do livro que se vai ler, ou mesmo do texto. Sempre procuro fazer uma leitura em primeiro lugar que seja adequada a faixa etária dos meus alunos e que desperte a curiosidade, tanto quanto ensina e que eu aprenda também. Me considero aluna, as vezes.

Encontrei, bisbilhotando as prateleiras da biblioteca da escola, um livro com o título "O professor Cósmico" , uma história de Albert Einstein. E foi assim que tudo começou.

Noções de teoria de relatividade no 5ºano de forma tão casual, e estava eu ensinando física.
Uma outra linha, falando de Isaac Newton, noutra, de bom senso, e como Einstein se vestia. Sua preocupação com o tempo e suas tristezas pelo mau uso de suas idéias( a bomba atômica).

A sua paixão por matemática e seu modo simples de viver.

Li apenas dois capítulos, porque a exemplo de Albert Einstein, resolvi deixá-los pensar um pouco sobre o assunto.

Só sei que terminamos a leitura em completa euforia. De repente, e isso é relativo ao que o professor propõe, todos queriam saber como surgiu isso, aquilo, quem inventou, quem fez, como fez e porque fez.

Eu, sutilmente disse:

"Não sei tudo. E quando não sei, eu pesquiso. Por que vocês não fazem o mesmo? Ao invés de navegar apenas para jogar ( jogos) e jogar conversa fora, pesquisem. Estão estudando além da sala de aula, e isto é um hábito saudável e enriquecedor"

Einstein pensava tanto que perdia o caminho de casa. Mas suas idéias revolucionaram o mundo.
E eu ainda sei tão pouco!

Amanhã, continuarei com eles a leitura, pois não quero saber antes o final e assim poder sentir a mesma emoção que meus alunos sentem com a descoberta do fantástico mundo da leitura de fruição.
Rita Minuncio

Aproveitando o ensejo

Só para você refletir:

Que tipo de download você está fazendo para a sua vida, hoje?

Positivos ou negativos.

Escreva-os em um papel e veja que importância você está dando a eles em sua vida.

Sócrates era um perguntador. Albert Einstein tinha idéias. E você, faz apenas cópias?

Cultive a sua personalidade. Seja um autentivo VOCÊ MESMO!Pois quem te fez, jogou a forma fora. Vide digitais.

A trajetória da violência - família, escola, mundo

Quando nos referimos ao termo violência, pensamos em uma agressão física, algo que gere um dano aparente e que nos salte aos olhos.
E assim, basta ligarmos a nossa TV nos noticiários sejam locais, ou nacionais e nos deparamos com uma vitrine de terror bem colorida aos nossos olhos e em alto e bom som.
Mas, a violência que quero trazer a tona é aquela que está calada, não manifestada, que age silenciosamente e que tem um fim não menos agressivo e doloroso.
Nasce basicamente, impulsionada por pequenos gestos, sob um pequeno teto, chamado lar. Porquê são nas relações familiares que surgem todo conflito gerador de violência.
Nos acostumamos a nos relacionarmos mal. Mal nos damos bom-dia, ou boa-tarde. Usamos pouco os pronomes de tratamento. Esquecemos as palavras mágicas, detentoras de tanto poder. Cordialidade pode ser confundida com tolice, coisa de bobos, ou falta de personalidade.
Neste mercado de tantas ofertas de destratamento pessoal, compramos modelos errados e banalizamos os bons exemplos.

Mas, se é falta de personalidade ser amável, como se explica tantas cópias humanas sendo reproduzidas nas ruas, despersonalizadas de si mesmo e de sua autenticidade?
O ser humano adora um download. Isso é fato!

Por que ser cordial, honesto, cumpridor de deveres não ganha tantos adeptos?
Por que a banalidade consegue atingir as massas tão rapidamente?
Por que o ser humano não quer mais fazer uso do seu poder de escolha e decidir entre o bem e o mal, o que é bom para si mesmo?
Por que é tão fácil fazer parte da corrida dos ratos?


Volto a questão familiar. A família e sua função na sociedade. E pergunto:
O que é ser pai? O que é ser mãe? Alguém esqueceu de ler o manual.

E a violência segue de forma retundante, em situações de abandono, quando a despreocupação dos pais em relação aos filhos está oculta em diversas situações, como, o deixar de ir a uma reunião escolar, e ouvir daquele(a) que passa as vezes o maior tempo do dia com os seus filhos, um pouco do seu comportamento. Uma olhadela no caderno do filho, buscando sinais de como foi o seu dia. Uma busca nos seus materias escolares muitas vezes denuncia.Me preocupo com o abandono gerador de violência. Silenciosamente, ao Deus dará, muitas crianças seguem nesta grande roda da vida, por instinto, por desprezo, por piedade, como aviões sem asas, fogueiras sem brasas, simplesmente vivendo cópias de pessoas despersonalizadas em caminhos tortos, por falta de atitudes mínimas familiares. Pequenos gestos de amor, curando grandes feridas, matando pequenos monstros , gerenciando hábitos sadios.
Violência não tem trajetória, onde o amor impera!

Rita Minuncio

sábado, 12 de setembro de 2009

Psicopedagogia, por um jeito diferente de educar

Quero falar de uma coisa
adivinha onde ela anda
Deve estar dentro do peito
ou caminha pelo ar
Pode estar aqui do lado
Bem mais perto que pensamos
A folha da juventude
é o nome certo desse amor
Já podaram seus momentos
Desviaram seu destino
Seu sorriso de menino
Quantas vezes se escondeu
Mas renova-se a esperança
Nova aurora a cada dia
E há que se cuidar do broto
Pra que a vida nos dê flor e fruto

Coração de estudante
E há que se cuidar da vida
E há que se cuidar do mundo
Tomar conta da amizade
Alegria e muito sonho
Espalhados no caminho
Verdes, plantas e sentimentos
Folhas, coração, juventude e fé.

Quero falar de uma coisa, uma nova profissão (em vias de regulamentação) e tão necessária nos dias de hoje. Só quem já esteve em uma sala de aula, sabe de sua real importância.
O professor tem em suas mãos poucas ferramentas, maioria das vezes giz e lousa. Uma sala cheia, crianças anciosas, umas para aprender, outras preocupadas com o que deixaram em casa, se é que vieram de uma casa. Então, são histórias e histórias dentro de um único espaço, muitas vezes configurado para que ela não fale, não critique, não expanda os seus sentimentos, suas ações, suas emoções. Ser criança é tão difícil quanto ser um adulto. Cada fase é uma fase. E se uma depende da outra, como ser bom adulto se não se foi uma criança feliz?
E a psicopedagogia, caminha por onde? Deve estar ali do lado amparando a criança. Um socorro presente, em tempo real.
Como uma planta que brota, e que sabe quem vai colher os seus frutos, eis a Psicopedagogia, aguardando um terreno para se desenvolver.
Uma sala de aula deve ser um espaço renovado, onde a esperança se encontre no olhar de uma criança que dá um sorriso de satisfação quando entende e compreende que a tabuada não é uma mera repetição de números, e entenda a sua função na matemática, como sendo repetidas somas de uma quantidade, engajada em um número. Ou quando ela resolve assistir ao jornal telenoticiado, porquê faz parte do mundo e não quer ser um ser alienado.
Mas o que diferencia a Psicopedagogia, é o olhar. O que acrescenta a Psicopedagogia é a ação. O que transforma é a atitude do professor em sala de aula. Pensar nas diversas situações pelas quais um aluno não aprende e tentar encontrar um diagnóstico para a dificuldade de aprendizagem e a partir desse diagnóstico fazer os possíveis encaminhamentos, faz do Psicopedagogo um pai amoroso que cuida do bem-estar do seu filho.
E há que se cuidar do broto, pra que a vida nos dê flor e fruto.
E o coração de estudante? Qual professor ainda não o tem dentro do peito? O professor atual é um pesquisador, incansável que deve possuir ferramentas em tempo real e fazer-se acreditado pelo aluno. Nosso aluno precisa de informação em tempo real. Informação sadia para não ser lançado como flecha sem volta em um mundo onde a facilidade de obtenção de informações negativas para seu desenvolvimento são tantas ou mais que as positivas.
E há que se cuidar da vida, há que se cuidar do mundo, para que os sonhos não se espalhem pelos caminhos.
Vejo a sala de aula como um grande espaço, onde os Psicopedagogos e são muitos no Brasil, encontram as portas fechadas, sem ter uma oportunidade de fazer algo concreto pela educação.
Quem sabe dia, um abra-te-Sésamo surgirá como uma luz nesta caverna tão escura chamada sala de aula. Que não seja tarde para os milhões de brasileirinhos tão necessitados de um Sol maior em suas vidas!

Rita de Cássia Minuncio, Professora do Ensino Fundamental, Ciclo I, Pedagoga especialista em Psicopedagogia Clinico Institucional.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Se há alguma novidade


Novidade é o mesmo Sol

fazendo um novo dia

todo dia

e cada dia

desigual

em cada dia o seu bem

o seu mal

um dia precedendo ao outro

que velho fica

a cada nascer de outro Sol

do mesmo Sol

no novo dia

Utopia!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Quando os planos mudam

Tento entender, olhando por fora, como se não fizesse parte, as situações em que a vida, as vezes nos coloca frente a frente, sem escolha. Como se colocasse o dedo no seu nariz e dissesse: E agora? Qual é a tua reação? Vamos lá, o que tá esperando?
Quantas vezes agi precipitadamente diante dessas situações. Errei gigantescamente.
É preciso saber viver! To aprendendo, mesmo que os prejuízos já tenham sido muitos e grandes. O lucro tá na experiência que não me permite arriscar mais. Enfim, 1x0 para a sabedoria, discernimento e o poder de tomar sábias decisões.